Horror na Colina de Darrington - Marcus Barcelos

* Resenha por Rebeca Maria
Horror na Colina de Darrington se passa em 2004 e é narrado por Ben Simons, que conta a história do terrível episódio vivido por ele em South Hampton, quando tinha 17 anos de idade.


Com sua tia debilitada, seu tio ausente por conta do trabalho e sua prima mais velha na faculdade, Ben vai até a casa deles na Colina de Darrington para tomar conta de sua prima Carla, de apenas 5 anos.

No entanto, a tranquilidade da colina é quebrada em uma madrugada por um pesadelo que a cada minuto se mostra mais real, e Ben se descobre preso entre a casa em que está e o inferno onde mora um mal sem precedentes.

Num ritmo acelerado, Ben vai narrando os detalhes do que viveu e da luta impensável que travou para tentar manter a si próprio e a Carlinha em segurança e, sem querer, se descobre peça chave de uma conspiração que irá balançar com a sua sanidade.


Alternando o que Ben viveu em 2004 e as provas e bastidores do caso nos dias atuais, "Horror na Colina de Darrington" mantém o leitor preso nos detalhes, que tornam a história complexa, intrigante e verossímil. 

Onde termina a realidade e começa o inferno? Conecte os pontos e descubra.

Sejam bem-vindos à Colina de Darrington. Sejam bem-vindos ao maior pesadelo de Ben Simons.

CRÍTICA -com spoilers-

Vamos lá. Primeiro vou começar dizendo que eu nunca tinha lido nada do gênero HORROR. Mas ultimamente o macabro, sinistro, sanguinolento tem me chamado a atenção. Não sei exatamente porque.

Eu estava no shopping, dando meu passeio obrigatório pela livraria, quando avistei um livro preto, com folhas laterais pretas. Eu acho que nunca tinha reparado num livro assim, e foi a primeira coisa que me impulsionou a ler. Fiquei intrigar sobre que horror poderia conter naquelas poucas páginas. É um livro fino, 230 páginas, mas que me prenderam muito bem e me fizeram ler o livro inteiro na livraria, em cerca de 3h. Não me orgulho disso, de não tê-lo comprado, admito, mas com certeza ele estará na minha prateleira em breve.

Vou começar dizendo que eu comecei a ler esse livro sem pretensão nenhuma, não esperava que fosse ler tudo tão rápido.

Começa com Ben explicando rapidamente quem é e de onde veio e onde está. Na casa dos tios, com a tia doente, cuidando da priminha de 5 anos. Até que ele ouve a prima na sala, rindo e olhando para o teto e rindo. Ele pergunta do que ela está rindo e a menina diz -estou rindo da moça lá em cima. mas ela está triste, ela está com as tranças enroladas no pescoço. Óbvio que nessa hora a minha reação foi fechar o livro e falar -Esse livro não é pra mim, já estou com medo. Fechei, botei ele de volta na prateleira, andei até a saída da livraria e... voltei e peguei o livro preto de novo. -Mas agora eu estou curiosa. Curiosidade é a melhor coisa num livro, certo? Nada melhor do que estar curiosa pelas próximas linhas, páginas, capítulos.

Pela próxima 1h e meia, eu estava lendo aquele livrinho preto, absorta em como uma história tão simples poderia ser tão interessante. E tão rápida também.

Ben segue vendo, ouvindo e sentindo coisas estranhas. Carla, a prima de 5 anos, segue vendo e falando coisas sinistras,e é interessante como as coisas vão se encaixando, a história vai evoluindo.

Depois de algumas páginas a história fica mais interessante do que aterrorizante. 

A narração é rápida, a linguagem flui muito bem, e as peças vão se encaixando. É um pesadelo sobrenatural, com muito sangue e maldades e mortes. O que eu precisava no momento.

Não dá pra falar muito sem entregar a história, mas eu gostei bastante pela simplicidade e fluidez.

Não é um livro nota 10, mas eu daria um 8 e certamente vou ler a sequência.

* Resenha por Rebeca Maria

Um comentário:

  1. Parece massa, só pela capa eu já leria ehrueh

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